
LATAM – Plastificação Negra de Pallet: risco real de retenção e impacto financeiro na carga aérea
A logística aérea internacional entrou em um novo nível de rigor operacional, especialmente nas rotas Estados Unidos → Brasil. A LATAM Cargo passou a aplicar de forma obrigatória e contínua ao longo de 2026 um padrão que já está em vigor:
👉
pallets embalados com plástico transparente, permitindo
inspeção visual completa da carga.
O descumprimento dessa regra tem gerado retenções imediatas, custos adicionais e atrasos relevantes na cadeia logística.
A CGVale alerta: não se trata de uma recomendação — é um padrão operacional obrigatório.
O que mudou na prática
A LATAM estabeleceu que:
- Todos os pallets destinados ao embarque aéreo devem estar:
- Envoltos exclusivamente com filme plástico transparente
- Com visibilidade total das caixas e embalagens
🚫 Não são aceitos:
- Plástico preto
- Plástico colorido
- Qualquer material opaco que impeça inspeção visual
Pallets fora do padrão não seguem para embarque.
📄 Fonte: Comunicação operacional oficial LATAM Cargo – Padrão Obrigatório de Embalagem de Pallets
Por que a plastificação negra passou a ser barrada
A exigência está diretamente ligada a:
- Segurança da aviação
- Compliance internacional
- Procedimentos de inspeção aduaneira e aeroportuária
- Mitigação de riscos operacionais e ilícitos
Autoridades aeroportuárias e companhias aéreas precisam garantir inspeção visual rápida e eficiente, especialmente em cargas consolidadas.
Plásticos opacos:
- Dificultam inspeções
- Geram suspeitas operacionais
- Aumentam o risco de retenção preventiva
Risco de retenção: o que acontece com a carga não conforme
Segundo o procedimento já aplicado pela LATAM:
❌ Pallets fora do padrão são automaticamente rejeitados.
Isso pode gerar:
- Retenção imediata no terminal de origem
- Necessidade de reembalagem
- Reagendamento de voo
- Perda de janela logística
- Atraso no transit time internacional
📌 Importante: a carga
não é “flexibilizada” no aeroporto.
O ajuste precisa ocorrer
antes da entrega à companhia aérea.
Impacto financeiro direto para a operação
A não conformidade gera custos que vão além do frete:
Principais impactos financeiros
- Custos extras de mão de obra para reembalagem
- Taxas de armazenagem adicional
- Multas por atraso contratual
- Reprogramação logística
- Possível impacto na produção ou distribuição no destino
📊 Em cargas aéreas, horas ou dias de atraso podem significar:
- Quebra de SLA
- Perda de contratos
- Comprometimento da cadeia de suprimentos
👉 O custo de corrigir na origem é infinitamente menor do que corrigir após a retenção.
Onde as empresas estão errando
Os erros mais comuns observados:
- Falta de comunicação com exportadores nos EUA
- Uso de padrões antigos de embalagem
- Ausência de checklist operacional
- Desalinhamento entre fornecedor, agente de carga e importador
🔎 O problema não está na regra, mas na falta de gestão e diagnóstico do processo.
A atuação da CGVale: prevenção, não correção
A CGVale atua de forma consultiva e preventiva, evitando que esse tipo de falha chegue ao aeroporto.
Como apoiamos nossos clientes
- Alinhamento operacional com exportadores e fornecedores
- Checklist pré-embarque personalizado para validação dos padrões de embalagem.
- Serviço de reembalagem na origem, caso necessário.
- Atuação antes da carga ser entregue à companhia aérea
Logística segura não depende de sorte. Depende de método, controle e antecipação.
Conclusão
A exigência da plastificação transparente de pallets já é uma realidade operacional aplicada pela LATAM e seguirá sendo rigorosamente cobrada ao longo de 2026.
Empresas que:
- Ignoram a mudança
- Subestimam o risco
- Não revisam seus processos
👉 Estão expostas a retenções, atrasos e prejuízos evitáveis.
A
CGVale atua exatamente nesse ponto crítico:
proteger a operação antes que o problema aconteça, garantindo fluidez, compliance e previsibilidade logística.
CGVale – Gestão com inteligência, segurança com estratégia.
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